Na minha esquizofrenia, só eu sou capaz de viver. O meu canto desafinado e orgulhoso somente a mim encanta.
Aproveito-me dos pedaços de mentes soltas que encontro por ai, guardo tudo numa garrafa e bebo num gole bem rápido, para que o transe chegue nítido com a mesma rapidez. Porém, se meus olhos te entregarem, não seja covarde.
Vivo ao contrário da imagem que meu espelho reflete.
Aprendi a encobrir minhas vontades quando minhas mentiras ainda nem existiam, e agora sou incapaz de dizê-las e conservá-las.

Nenhum comentário:
Postar um comentário