Observando pessoas irem, virem, não voltarem.
Pessoas invulgares, censuradas pelos desejos,
por aqueles que fazem delas seres que convivem em sociedade ... Censuradas por elas mesmas. Chegou perto de se satisfazer plenamente por vontade própria. Então, desceu mais um degrau e pisou no chão: “Do chão não passarei”. Depois de pouquíssimos cafés da manhã, almoços e jantares conheceu seu inferno. Peculiarmente se tornou desconhecedor de tudo o que teve acesso por anos. Senti de perto sua fadiga, quase pensei em tomar seu lugar. Subitamente cegou-se de tanta verdade. Duas doses de dor diariamente. Dilapidou, balburdiou.
Não aceitou que suas virtudes o fazia pérfido.
Ignóbil interessante, tão astuto.

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