Minha língua que me joga na minha pátria que me mata,
que me pariu desamparada numa emboscada
pra ter fé e ritmo no pé, que oferece a flora como "esmola",
que me larga na calçada quando cansada das madrugadas,
botando mãos atadas pro alto num exalto de compaixão e redenção, contando com a sorte de não cair na morte.

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