Longe de crenças, apenas na eterna presença extensa de desejos. Abortados todos os portões, janelas, trancas, tudo o que possa impedir o incessante transe de entra e sai de mundos. Prontos pra tragaram intragáveis maus destinos. De luzes vestidas às peles, de punhos cerrados trajados os lábios. Longos gestos inúteis a olhos nus, jogados as traças. Estalam os dedos, estalam os dedos. Cantam os loucos, delirantes prosas, poesias, folias e profecias.

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